Ao tratar do chamado núcleo operacional do mensalão, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, destacou que o grupo utilizou até carro-forte para transportar recursos do esquema. O procurador disse que pelo menos R$ 73 milhões foram desviados do Banco do Brasil, uma das fontes de recursos que alimentava o esquema, segundo a denúncia.
Parte dos recursos foram entregue a outro réu no processo, João Claudio Genu, ex-assessor parlamentar do PP.
Gurgel disse estranhar o valor em espécie. “Algo que poucas agências têm em espécie nos dias de hoje”, afirmou.
O procurador afirmou ainda que os documentos comprovam que foram fechados pela empresa do publicitário Marcos Valério, operador do mensalão, empréstimos simulados. “Na verdade autênticas doações para financiar o esquema ilícito. Os empréstimos foram realizados sem garantias mínimas de pagamento”, disse. (Folha.com)































