
Essas reivindicações da categoria foram encaminhadas ao Governo do Estado. O pagamento do reajuste de 22%, que os professores queriam que o governo pagasse integralmente este ano, seria dicutido futuramente em mesa de negociação, segundo informou a vice-coordenadora da APLB (sindicato dos docentes), Marilene Betros.
A proposta da APLB inclui ainda a readmissão dos 157 professores contratado pelo Reda e a abertura de uma mesa de negociação para as cláusulas econômicas. Através de sua assessoria de comunicação, que ainda não há um acordo estabelecido e que uma nova reunião para discutir o fim da greve também não está prevista.






























A colega Cláudia resumiu muito bem em dizer que “o documento esquece o piso, a lei que foi aprovada a e que nos retira benefícios!!!! E vejo pessoas aqui no face falando em Vitória moral!!! Lamentável 113 dias em greve, poderia ter acabando antes sem mortes, sem degaste emocial, sem divídas e tudo o mais que passamos.”
É isso mesmo. Agora, pense comigo e veja o tamanho da incoerência desse Sindicato… 1) No começo a lei do piso contemplava professores de nível médio; 2) o governo assinou um acordo para o mesmo reajuste incidir sobre todas as tabelas; 3) o governo desc…umpriu o acordo (não deu reajuste para ninguém); 4) O governo estrangulou a carreira de professores de nível médio com a lei do subsídio; 4) As eleições estrangularam a greve, e elaboramos propostas que mais parecem propostas do governo; 5) Tudo termina como se nada tivesse acontecido.
Agora, volte para o início (1), aí reside a incoerência. O sindicato nada fez (efetivamente) contra a oportuna lei que possibilitou ao governo dizer que paga o piso sem pagar, de fato; e ninguém ganhou nada, pelo contrário, perdemos tempo, dinheiro. Ganhamos, sim, muitas amizades, talvez experiência, mas com certeza muitos juros a pagar. Mas como diz a mensagem daquela nossa apresentação, a esperança é a últma que morre e, A GREVE CONTINUA! Independente da vontade do sindicato ou de quelquer legenda partidária! Se querem acabar com a greve, deveriam ter resolvido a situação!!!!
Representantes do governo frisam sempre que os salários serão devolvidos paulatinamente, á medida que as aulas forem sendo repostas _ é aí que está o fio da meada. Vê-se que a greve, em sua origem, nada teve de cunho político, mas tem fortes indícios de ter sido uma manobra financeira.