É impressionante como vem à garganta de certos “formadores de opinião” a palavra fácil para bajular o poder e atacar os mais fracos, no caso, o presidente da APLB, Rui Oliveira, que “perdeu a noção do tempo e a faculdade de raciocinar respaldado na lógica”, segundo um jornalista.
Rui não “engabelou o professorado prometendo vitória” nem “causou amargo prejuízo ao alunado das escolas públicas”. Coordena, legitimamente, um movimento grevista, sendo fiel ao mandato sindical que recebeu.
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Prejuízo aos alunos, mesmo, vêm causando os sucessivos governos que jogam a educação na lata do lixo, sem equipar escolas e sem preparar e motivar os professores.
Para a maioria dos estudantes da rede pública, a diferença entre concluir ou não o ano letivo é apenas burocrática, porque o ensino que recebe será de pouca valia nas suas etapas futuras.
As assembleias gerais que os professores realizaram nos últimos três meses mostraram não um movimento “de cima para baixo”, mas a manifestação ampla de uma categoria cujas bases, conscientes de sua situação e ciosas dos avanços de que precisam, muitas vezes rejeitaram com autonomia encaminhamentos das cúpulas. (Por Escrito)


































os nossos politícos sofrem do mesmo mal que alimentam, isto é, ignorância. Eles também são fruto de décadas de descaso com o povo, fomentado pelos velhos coronéis de nossa triste politíca…
Mais uma vez o governo baiano mostra que não tem interesse em terminar com greve de professores da rede estadual:
Professores que voltaram a dar aulas desde dia 03/07 estão com contracheques zerados ou com descontos de faltas de greve. E OLHA QUE SÓ VOLTARAM APÓS A PROMESSA DO GOVERNO PAGAR SALARIOS RETIDOS. Mais um acordo sem cumprir. Para descontar foram a jato, para devolver o dinheiro dos salários, a passo de tartaruga.
Daí que professores que voltaram a trabalhar estão revoltados e na iminência de retornar a greve.
É um desgoverno mesmo!!!