Então líder do governo Lula, o atual líder do governo Dilma na Câmara, Arlindo Chinaglia, está impressionado com a versão do deputado Roberto Jeferson de que o teria procurado, em 2005, para pedir-lhe para não denunciar o chamado escândalo do mensalão. “É inverossímel, uma chicana de advogados”, definiu Chinaglia ao 247. “Nitidamente uma declaração feita para ocupar espaço. Mas isso não afetar em nada o julgamento”.
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O deputado petista argumenta que não teria sentido, naquele tempo, procurar Jeferson para fazer qualquer tipo de acordo. “Seria piorar as coisas, dar argumento a ele, que certamente iria usar a conversa para aumentar as denúncias, criar outro escândalo”, reflete Chinaglia. “O que ele diz ter acontecido, não aconteceu”.
Ele não pensa em tomar medidas judiciais contra Jeferson. “Prolongar isso pode ser o que ele quer, não vale a pena. Temos um clima de tranquilidade que não será alterado”, diz. (Brasil 247)






























