LUÍS AUGUSTO GOMES
Na mais original linguagem popular, corresponde a um “se prante, prefetho” a decisão do desembargador Rotondano mandando que a Prefeitura de Salvador libere os alvarás de empreendimentos em conformidade com a lei de uso do solo vigente, que o prefeito João Henrique pretendia “revogar”.
Dentro da pirotecnia, confusionismo e demagogia que cercam suas ações políticas e administrativas desde muito tempo, o prefeito tentou uma reles jogada visando, claramente, indispor o Tribunal de Justiça com a sociedade ao atribuir-lhe a paralisação da economia e iminente falência da capital.
Ao alarmismo de que “13 mil alvarás” perderam a validade, o magistrado reagiu com a necessária energia, intimando o prefeito a explicar a interpretação fantasiosa e “ilegal” dada à liminar que barrou a Louos, restando a João Henrique, que no campo jurídico já não está em bons lençóis, amofinar-se. (Por Escrito)

































Tem gente que é bem tirado a moleque.