LUÍS AUGUSTO GOMES
Sabedores de que o candidato Mário Kertész (PMDB) tem incontornável tendência wagnerista, os irmãos Vieira Lima preferem, esconsamente, um segundo turno entre ACM Neto (DEM) e Nelson Pelegrino (PT), pois assim poderiam negociar o apoio a Neto em troca da candidatura de Geddel ao governo em 2014.
Eleito prefeito agora, Neto caminharia para a reeleição com 2016, com Geddel no governo ou não. Em 2018, como serão duas vagas para o Senado, haveria muito espaço para negociação. Sendo governador, Geddel iria para a reeleição. Não sendo, abriria caminho para Neto e tentaria, enfim, ser senador.
A estratégia dos manos está sendo pensada há muito tempo e para longo prazo. Isso inclui a decisão tática de ter um nome no primeiro turno de Salvador. Se eles se juntassem a Neto agora, polarizariam a disputa com o governo e, em caso de derrota, desapareceriam.
Comitê – Netistas e kertistas disputam palmo a palmo pelo menos as primazias. “Saímos na frente deles com o site e agora com o comitê”, disse um partidário de ACM Neto, sobre a inauguração, prevista para 19 horas de hoje, na Vasco da Gama, do quartel-general da campanha. (Por Escrito)































Bom! Eleição é um negócio muito caro. Vocês querem dizer que todo o investimento de agora é pra num dar em nada e ainda pra fazer o Mário de trouxa? Olha! Olha! Eu nunca vi um turco fazer negócio pra ter prejuízo! Acho que vocês devem fazer uma reportagem dando os prognósticos de cada um dos candidatos. O que eles ganham e o que eles perdem nesta eleição. Quando aos irmãozinhos, não são tão espertos assim não, pois que os Carneiros deram nele uma pernada danada.