
Segundo informações do Jornal do Meio Dia da TV Bahia, o o casal disse que tinha um voo marcado para as 13h50 desta quarta-feira, com saída do aeroporto de Salvador. A funerária informou que encaminhou o corpo da criança para uma companhia aérea providenciar o transporte.
“Eu esperava que eles prestassem depoimento ontem e a informação preliminar que tive foi de que viajariam no período da noite. Caso eles não possam comparecer à delegacia amanhã, agendaremos uma nova data”, disse a delegada por telefone ao G1.
Segundo informações do G1, a mãe da criança, Dagmar Ribeiro, disse que minutos antes de ser encontrada morta a garota brincava em uma piscina infantil com o irmão mais velho. “Ai, que dor Senhor… Ela estava na piscina infantil, que é em frente à piscina de adulto, meu esposo sentado observando ela e o outro [irmão] de dez anos. Em um piscar de olhos ela sumiu. Ele [o marido] saiu para procurá-la e tava procurando, de repente um rapaz estava levantando ela da piscina toda roxa, ela já tinha bebido bastante água… Um hóspede que prestou os primeiros socorros, não tinha salva-vidas, não tinha”, disse.
O caso ocorreu por volta das 13h de segunda-feira em uma das piscinas do Hotel Sauípe Park, localizado dentro do Complexo Hoteleiro de Costa do Sauípe. O corpo da menina foi liberado do Departamento de Polícia Técnica (DPT), em Salvador, no início da tarde de terça-feira (10). O acidente ocorreu no último dia de férias da família na Bahia. “Era o último dia, já estávamos com as malas prontas para ir embora. Do jeito que foi com a minha pequena podia ter sido outra ou poderão acontecer se eles não tomarem as devidas providências”, afirmou a mãe da criança.
































Imaginem a imagem da Bahia que segue com este casal neste momento. Uma tragédia que poderia ter sido evitada, estavam num hotel de alto luxo, não apenas assistindo o futebol num velho estádio de futebol.
O ESTADO esta abandonado, é um salve-se quem puder. Se um delegado nãocomparece a unidade policial outro poderia fazer a oitiva e anexar ao processo que deveria estar disponível a todos daquela unidade policial. Ao contrário, e vale salientar que isto não ocorre somente nesta unidade policial, é fato corriqueiro em qualquer delegacia, se o delegado não esta, a vítima deverá retornar no expediente do “responsável” pelo processo. Se o referido profissional estiver de licença médica, férias ou qualquer outro motivo para afastar-se da delegacia, o processo fica TRANCADO, mofando, esquecido e sem solução.
PREZADO SECRETÁRIO DE SEGURANÇA PÚBLICA, é preciso pulso firme para tornar esta “máquina pública” mais eficiente.
Acredito na sua garra e determinação, acabe com os VÍCIOS existentes em nossas delegacias.
O POVO BAIANO MERECE RESPEITO, somos hospitaleiros não podemos permitir que a imagem da Bahia seja tratada desta forma.