Sem alianças partidárias e à espera de definir o vice antes da convenção marcada para a próxima sexta-feira , o radialista Mário Kertész, pré-candidato do PMDB em Salvador, tentará colher os louros de não ter feito acordos políticos.
“Os demais candidatos estão mais envolvidos em alianças políticas do que nos problemas da cidade. Eu não quero fazer do cargo um trampolim”, disse, em entrevista ontem ao programa CBN Salvador Primeira Edição, da rádio CBN, apresentado pelo jornalista Emmerson José.
Na entrevista, Kertész tentou distanciar-se da. disputa entre o governador Jaques Wagner e o líder do PMDB na Bahia, o vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa, Geddel Vieira Lima. “A minha relação com Wagner será a melhor possível. Tenho uma estima pessoal por ele, é meu amigo”, assinalou. Não faltaram, porém, críticas à gestão municipal.
“Vou atacar muito o desastre que João Henrique fez em Salvador. Eu nâo quero o apoio dele (…) Se ele bater em rainha porta, digo: ‘vá bater em outro terreiro, Satanás”, disparou.
Indagado sobre quem apoiaria em um eventual segundo turno, caso não consiga permanecer na disputa, o radialista sinalizou a possibilidade de embarcar no palanque de Nelson Pelegrino, apesar de criticar a tentativa de hegemonia petista. (Correio)






























