CLÁUDIO HUMBERTO
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É grande a insatisfação (e o desperdício) na Agência Brasileira de Inteligência (Abin), com agentes ociosos e insatisfeitos com o salário, ainda que 90% do orçamento de R$ 350 milhões se destinem a pagar pessoal, com média salarial de R$ 12 mil. O resto vai para a “investigação”, limitada à pesquisa no buscador de internet Google – a Abin evita a escuta telefônica. Mas gastar no cartão secreto, pode. (Coluna de Cláudio Humberto)






























