
Em uma área de 3,5 milhões de metros quadrados, nas imediações do Porto de Aratu, o projeto gera uma expectativa positiva para a ampliação dos negócios na Bahia. O condomínio é uma espécie de zona logística que pode abrigar até 60 empresas, oferecendo toda a infraestrutura para a operação dos empreendimentos, que ganham em competitividade.
Segundo o presidente da construtora pernambucana, Marcos Moura Dubeux, o novo projeto baiano poderá ser ampliado. “Este empreendimento pode ser ampliado e aperfeiçoado. Vai significar a geração de cerca de 20 mil empregos diretos e indiretos. Para a operação, serão sete mil empregos permanentes no complexo”.
Marcos Moura afirmou que, para confirmar a viabilidade do investimento, há mais de um ano estão sendo desenvolvidos estudos por cerca de 50 profissionais. “Fizemos pesquisa na área de mercado imobiliário industrial, levantamos o inventário do espaço que as empresas dispõem para a atividade, analisamos as cargas e a logística de toda a Bahia.O estado é o maior PIB do Nordeste e o mais próxima do Sudeste, que por sua vez é o maior produtor e tem o maior mercado consumidor do país”.
O vice-governador Otto Alencar enfatizou que a área da empresa fica próxima aos portos de Aratu, Dias Branco e de Salvador, da Ferrovia Centroatlântica, sobre a BR-324, e perto do aeroporto internacional, suprindo uma carência que a região possui. “No ano passado, o complexo portuário da Baía de Todos-os-Santos movimentou cerca de 33 milhões de toneladas, e esta atividade é um atrativo para empresa da área de logística”.
O secretário da Indústria, Comércio e Mineração, James Correia, destacou que o projeto é pioneiro na Bahia e com localização estratégica. “Vai trazer uma condição de desenvolvimento da questão logística, da implantação de empreendimentos, de forma muito mais estruturada do que acontecia até então. É resultado do desenvolvimento baiano. A Bahia tem crescido muito e está em uma posição privilegiada”.
Até 2022 serão investidos R$ 1,3 bilhão no projeto. Na cerimônia de lançamento foram assinados protocolos de intenções com a Rapidão Cometa, que irá ocupar cerca de 20 mil m² de galpões, com o Banco do Nordeste do Brasil (BNB), que financiará parte do Investimento, e com a ferrovia FCA, que estuda a instalação de um terminal ferroviário na área.
A plataforma do Condomínio de Negócios do Cone Aratu deverá tornar-se uma conexão entre as áreas de Salvador, Aratu, Camaçari, Feira de Santana e de cargas para o todo o Brasil. O Cone Aratu surge com a intenção de ser a retroárea do Porto de Salvador e do Complexo Industrial e Portuário de Aratu, além de dar suporte ao Polo de Camaçari.
A área do empreendimento está próxima dos grandes centros urbanos do Estado, a cerca de 32 km de Salvador, apenas 22 km até o Aeroporto, 15 km de Camaçari e vizinho ao Porto de Aratu. Os modais ferroviário (através da ferrovia FCA), rodoviário (através da rodovia BR-324), aquaviário (através dos Portos de Aratu e Salvador) e aeroviário (através do aeroporto Luiz Eduardo Magalhães) integram o território estratégico de Aratu e fazem com que sua localização seja considerada estratégica.






























