
A informação está no jornal Tribuna deste sábado, em matéria de Lilian Machado. Lídice disse que não há conversa marcada com o governador, porém sinalizou que pesa muito no processo de definição de um projeto próprio, o fato de pertencer à base do governo.
“Ninguém decide com tanto tempo de antecedência, a não ser a oposição que precisa decidir mesmo, mas no campo do governo é preciso ter mais cautela, mais cuidado”, enfatizou Lídice.
Embora considere cedo para bater o martelo, Lídice deixou claro que não pretende entrar no pleito sem amarrar bem as questões.
“Quem já foi prefeito exige certas condições para se candidatar. Fui prefeita e isso é um diferencial, assim como é com Antonio Imbassahy (PSDB) e com Mário Kertész (PMDB) que também foram prefeitos. Quem já não vai ser candidato em qualquer circunstância”, frisou.
A senadora destacou o fato de estar na militância política há 30 anos, o que deve ser levado em consideração nas decisões e o que permite que ela seja um nome que vai aparecer entre os colocados para a disputa. Ela admite haver um “desejo da militância e não uma cobrança” e que todos os pontos estão sendo analisados, com conversas também com o PSB nacional. “Essa hipótese eu nunca descartei, o que não quer dizer que eu seja candidata”, ressaltou.
































