
A informação é da reportagem de Gabriela Guerreiro, publicada na Folha de São Paulo desta terça-feira, nas bancas. O conteúdo completo pode ser acessado por assinantes do jornal.
Em defesa prévia encaminhada ao conselho, advogados do senador argumentam que parte dos fatos listados na representação contra Demóstenes ocorreram antes do atual mandato, o que impediria a abertura do processo.
Diz a defesa que a instauração do processo para apurar fatos ocorridos fora do exercício do mandato “viola frontalmente a Constituição”.
Grampos da Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, mostram intensa troca de telefonemas entre o senador e Cachoeira, acusado de corrupção e de comandar exploração de jogos ilegais.
































