
Todo mundo sabe que a presença de um nome de prestígio conta pontos e chama público, só que no caso dela está longe de ser seu ofício principal ou algo que faça bem. Ivete, como atriz, e com o devido respeito, é excelente cantora.
Ela pode até vir a calar a boca do mundo em “Gabriela”, mas sempre estará em falta ou ocupando um lugar que, por direito, não lhe pertence.
São distorções que não podem acontecer e devem ser combatidas, assim como a insistência de determinados diretores – que felizmente são poucos – em se escalar como ator. Está, no mínimo, tirando o pão da boca de alguém. Uma coisa ou outra.
Por obra do destino, ou simples coincidência, foi o que aconteceu na mais recente novela do próprio Aguinaldo, no caso de Wolf Maya. Dirigiu e também fez um personagem. Bateu escanteio e foi pular na área. Em pelo menos uma dessas funções, com toda a certeza, ficou devendo alguma coisa. Cabe à consciência dele indicar. (Flávio Ricco, Diário de SP)























