
Redação do Jornal da Mídia
Salvador – Paulo César Carpegiani deve ser o novo técnico do Vitória. O presidente do rubro-negro, Alexi Portela, informou agora à noite que as negociações estão bem adiantadas com o treinado, faltando pequenos detalhes para a definição do contrato.
“Carpegiani é o nome que estamos acertando para o Vitória. Faltam pequenos detalhes, Carpegiani é um treinador de nome, que tem padrão de vida elevado em Porto Alegre, mas estamos bem adiantados nas negociações”, informou Portela.
O presidente do Vitória disse que esta semana conversou duas vezes com Carpegiani. Mas esclareceu que se Carpegiani for contratado assumirá imediatamente o comando do time, que tem à frente Ricardo Silva.
Carpegiani já foi técnico do time baiano, em 2009, quando conquistou o título do Campeonato Baiano.
Enquanto Carpegiani não vem, o desafio do auxiliar Ricardo Silva é classificar o Vitória para a grande decisão do Estadual. Para isso, basta vencer o Feirense por 1 a 0 no Barradão, no próximo domingo, tendo em vista que o time rubro-negro perdeu por esse placar no jogo de ida e possui a vantagem do empate nos 180 minutos.

































Uellinton vem da divisão de base, mas não criou um comprometimento com o Clube, e no seu retorno das férias pede para sair do Vitória e jogar até no rival.
Neto, herói da partida antológica contra o ABC, pede aumento de salário dois dias depois do jogo e, assim, em vez de sacramentar sua posição de ídolo, opta por contornos de um mero chantagista. O que tem em comum nesses dois movimentos: a demonstração da falência do modelo de liderança de Alexi Portela.
Fico a imaginar o comportamento desse líder. Como ele orienta os seus seguidores? Como é o seu relacionamento com sua equipe? O fato é que o Clube não ostenta uma maturidade que reflita na sua capacidade de atingir metas e objetivos.
Uma das piores características de um líder é a de não assumir sua responsabilidad e e atribuir culpa a terceiros. Lembro da fatídica entrevista dele ao Jornal Correio quando chamou nosso único ídolo Viafara de Zé Ninguém e principal culpado pela perda do baiano e pela queda para a segunda divisão.
Uma competência crucial de um grande líder é ter objetivo desafiante, pois esse leva a um maior esforço e conquistas do grupo. Alexi sempre passa a mensagem de que não pode fazer loucura, política de pé no chão, aversão total ao risco. Sem assumir riscos, não se cresce.
Como inserir instrumento de motivação sem vinculação a padrão de desempenho? No clube liderado por Alexi quem não fez um bom trabalho volta. Isso explica o retorno de Raimundo Queiroz, Ricardo Silva e a possibilidade de Carpegiani.
Como expressar confiança se o discurso não mostra segurança , firmeza e nem passa emoção e razão? Daí a necessidade de uma aliança estranha com uma pessoa do tipo de Zé Eduardo para tentar passar alguma mensagem para a torcida.
Nós estamos rendidos com um líder como Alexi. Não imagino como ele pode compensar o mau que vem fazendo ao Vitória, apequenando cada vez mais o nosso clube secular. O pior é que a torcida não se sente mais traída por Alexi, pois não há traição onde não existe confiança.
Concordo em genero, número e grau com o comentário acima. Lidernça não se compra adquire-se.