Redação do Jornal da Mídia
Salvador – Oito deputados federais da Bahia não assinaram a CPI mista que investigará as relações com políticos e empresários do bicheiro Carlos Augusto Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira, preso em fevereiro pela Polícia Federal. Ele é apontado como chefe de uma quadrilha que explorava o jogo ilegal em Goiás.
Os três senadores baianos – João Durval, Lídice da Mata e Walter Pinheiro – assinaram pela instalação da CPI.
Anote os nomes dos deputados baianos que não queriam a instalação da CPI:
• Acelino Popó (PRB)
• Antonio Brito PTB
• João Carlos Bacelar (PR)
• João Leão (PP)
• José Carlos Araújo (PSD)
• José Rocha (PR)
• Paulo Magalhães (PSD)
• Roberto Britto (PP)
A CPI foi criada nesta quinta, em sessão do Congresso Nacional que reuniu deputados e senadores. Na próxima terça, os partidos entregarão os nomes dos 32 membros titulares e dos 32 suplentes da CPI. A partir desse momento, a comissão estará instalada e poderá iniciar os trabalhos.

































CONGRESSO OFICIALIZA APOIO DO DEPUTADO ANTONIO BRITO À CRIAÇÃO DA CPMI DE CACHOEIRA
O Diário Oficial do Congresso Nacional publicou na sua última edição a aprovação do requerimento do deputado Antonio Brito, onde ele solicita a inclusão do seu nome entre os signatários da CPMI de Cachoeira. Na sessão conjunta do Congresso do último dia 24, o requerimento foi aprovado pela presidente Rose de Freitas. Antonio Brito e outros parlamentares passaram a ter, oficialmente, os seus nomes entre os que assinaram o requerimento dando o seu voto favorável à criação da comissão. “Sempre fui favorável à CPMI e, como não pude assinar o requerimento antes por conta de atividades com as duas frentes parlamentares, das Santas Casas e da Tuberculose, das quais sou presidente, com a publicação agora no Diário do Congresso fica tudo oficialmente esclarecido. A democracia exige o exercício da verdade e a luta pela saúde continua”, declarou Brito.
Assessoria de Imprensa do Deputado Federal Antonio Brito