
A avaliação feita por setores ligados à candidatura petista em Salvador é de que não faria mal ao deputado e muito menos ao governador um gesto de apoio ou pelo menos uma sinalização de envolvimento com a campanha como forma de estimular a militância e, ao mesmo tempo, apontar para o eleitorado da capital baiana que Pelegrino tem padrinho e apoio para se consolidar na disputa pelo comando do Palácio Thomé de Souza.
A incógnita é como Wagner vai reagir ao “pedido”. (Raio Laser, Tribuna)
































