
Conduzido à DRFRV, Eraldo confirmou em depoimento que fazia o desmanche de carros na oficina, embora negasse que comprasse veículos roubados de ladrões de carros. Ele disse ao delegado-adjunto da unidade policial, Maurício Moradillo, que era contratado apenas para fazer o serviço, recebendo a quantia de R$ 200 para cada carro desmontado, detalhe que está sendo apurado.
Os policiais também estão em campo checando outras informações fornecidas pelo dono da oficina, como, por exemplo, os locais para onde as peças eram levadas, assim como as pessoas que faziam as encomendas de desmanche. “O depoimento ajudou a clarear um pouco as investigações, mas elas ainda são insuficientes. Há muitos dados que não batem e que precisam ser conferidos”, explicou Moradillo, que autuou Eraldo por prática de receptação qualificada.
Na oficina, os policiais encontraram um Vectra e um Uno roubados, peças de um Corsa parcialmente desmontado e ferramentas, como maçarico e serra especial, utilizadas para cortar aço. Todo o material foi apreendido, sendo o Departamento de Polícia Técnica (DPT) chamado ao local, para proceder a perícia. Eraldo está custodiado na carceragem da DRFRV à disposição da Justiça Criminal.





























