
Segundo informa hoje a coluna Satélite, do jornal Correio, em tom reservado, caciques dos três partidos ouvidos pela coluna garantiram que a decisão final ainda não saiu porque foi formada uma frente de resistência, composta sobretudo por integrantes do alto escalão democrata, para tentar emplacar o ex-governador Paulo Souto como cabeça de chapa. De acordo com os apoiadores do ex-ministro, Neto trabalha para demover as barreiras surgidas na própria legenda e no ninho dos tucano e definir o nome para brigar na sucessão.
Procurado para comentar o estágio das costuras pela candidatura oposicionista, Geddel disse apenas que, no momento, “não tinha nada a declarar” sobre o andamento do processo. “Não entro em ti-ti-ti sobre especulações. No momento certo, as coisas serão colocadas publicamente”, acrescentou. Sobre a tática do DEM de oxigenar a posição de Paulo Souto no páreo, Geddel avaliou como “normal”: “É lícito para qualquer partido batalhar pelo seu e ponto final”.
Apesar da cautela, o peemedebista sinalizou, nas redes sociais, que caminha com certeza de vantagem no processo. Confrontado no Twitter por seguidores, no rastro do noticiário sobre o avanço de Paulo Souto na batalha pela vaga, Geddel descartou a possibilidade de racha na aliança. Pediu paciência e afirmou que “tudo ia acabar bem, vocês vão ver”. Pelo sim, pelo não, a direção do PMDB já trabalha com o anúncio da candidatura para antes do Carnaval.

































