Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. (Foto: Divulgação/Banco Master).
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CLÁUDIO HUMBERTO
Desde a oficialização do instituto da colaboração premiada no Brasil, em 2013, são poucos os casos de delações que acabaram rejeitadas pelas autoridades responsáveis na negociação, especialmente no âmbito do Supremo Tribunal Federal. Em 2018, a 1ª Turma do STF rejeitou o acordo proposto pelo ex-deputado José Riva, alvo da Operação Ararath, condenado a mais de 70 anos de prisão. Em 2021, foi a vez de a Corte Suprema rejeitar o acordo do ex-governador do Rio Sergio Cabral.
Polêmico
Cabral denunciara políticos e juízes em acordo que não contou com a participação do Ministério Público. Foi negociada com a Polícia Federal.
Tática
À época, o STF avaliou que o ex-governador, preso na Lava Jato, usou de má-fé na negociação do acordo, após não obter sucesso com o MPF.
Memória
Condenado a mais de 400 anos, Cabral foi preso por 6, mas acabou solto para “aguardar a conclusão dos recursos”. Não se falou mais nisso.
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