Ex-presidente Dilma Rousseff (Foto: Roberto Stuckert/PR)
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CLÁUDIO HUMBERTO
Promessa de Dilma Rousseff, reforçada em 2014 – ano eleitoral, o Museu Nacional da Memória Afrodescendente caiu no esquecimento e sem qualquer perspectiva de sair do papel. Então ministra da Cultura, Marta Suplicy chegou a zanzar pelos Estados Unidos, por cinco dias, em 2013, para “conhecer experiências locais” para replicar o modelo em terras tupiniquins. À época, o governo até reservou mais de R$12 milhões em emendas parlamentares para o projeto. Deu em nada.
Pode esquecer
Nota técnica da Fundação Cultural Palmares é clara e direta sobre o equipamento, “não está no horizonte de objetivos imediatos”.
Não andou
Houve até um vai e vem de tratativas com a Terracap sobre o lote para o museu. Terminou em rescisão de contrato e devolução do espaço.
Só em outra vida
A proposta conceitual teve participação do diplomata Alberto da Costa e Silva, entusiasta da ideia. Morreu em 2023, sem ver o museu de pé.
Quem banca?
Por fim, a Fundação Palmares não mentiu sobre um dos entraves para a estrutura, não tinha grana para manter o “suntuoso equipamento”.
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