Advogado-Geral da União, Jorge Messias e Lula (PT) – (Foto: Ricardo Stuckert/PR)
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CLÁUDIO HUMBERTO
Jorge Messias no Supremo Tribunal Federal (STF) gerou resistência imediata da oposição por reforçar o perfil de militância de esquerda que já marca outras indicações de Lula (PT). O advogado-geral da União é visto por esses políticos como operador jurídico do PT desde os governos Dilma Rousseff, que o chamava de “Bessias”, e a defesa de pautas identitárias e comportamentais no Judiciário, incluindo tentativas de controle do que a esquerda não controla: conteúdos de redes sociais.
Comprometimento
Messias é o homem que representou o governo em ações contra supostas ameaças às instituições, em embates com o bolsonarismo.
Ativismo na veia
Para críticos, Messias tem no DNA “teses lacradoras”, o ativismo judicial que leva o STF batalhas culturais e de censura e narrativas ideológicas.
Prioridade é outra
Lula desapontou, sem contestações, quem esperava juristas mulheres ou negros no STF. Ele só queria pessoas confiáveis. Tinha outra prioridade.
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