Presidente Lula (PT) e Ministro Dias Toffoli (STF) – Foto:Marcelo Camargo/Agência Brasil e STF/Ascom
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CLÁUDIO HUMBERTO
Petistas experientes, com gabinete no Planalto, já avaliam que Lula (PT) errou tentando interferir no Supremo Tribunal Federal (STF) para destruir e conseguir o afastamento do ministro Dias Toffoli do cargo. Imaginou até que o relatório de 200 páginas entregue ao ministro Edson Fachin pelo diretor-geral da Polícia Federal seria “tiro de misericórdia”. Não foi como imaginava. Ele não contava com o espírito de corpo do STF e nem com a decisão do presidente do STF de arquivar e anular o relatório da PF.
Ele sobreviveu
Ministros são unânimes: Toffoli já não tem o que temer. O arquivamento do relatório da PF teve significado de “atestado de renascimento”.
Isso não se esquece
Toffoli sabe como Lula, que não esconde seu rancor pelo ministro, tentou desestabilizá-lo, nomear Rodrigo Pacheco e acalmar Davi Alcolumbre
Operação desapego
O Planalto refaz contas e projeções de decisões do STF: já não poderá contar com Toffoli, que finalmente se afasta das origens petistas.
Olho na 2ª Turma
Lula sabe que, na 2ª Turma, atuam André Mendonça, Nunes Marques, Luiz Fux, Gilmar Mendes e seu dileto amigo Dias Toffoli.
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