Escolha do senador Weverton Rocha (PDT-MA) não agradou (Foto: Pedro França/Agência Senado).
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A escolha de Weverton Rocha (PDT-MA) como relator da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF) não animou governistas, que insistiram até a última hora em um nome mais “confiável”. Fora da esquerda, o governo via mais chances de atrair votos de centro e até da direita para aprovar o advogado-geral de Lula, que sofre resistência no Senado desde que o petista preteriu Rodrigo Pacheco (PSD-MG) e arrumou briga com Davi Alcolumbre (União-AP).
Juntos contra CPMI
Weverton tem forte ligação a Alcolumbre e, como ele, precisa dos votos governistas na CPMI do INSS para seguir blindado das investigações.
Mensagem cifrada
Desde o “no momento oportuno”, dito por Alcolumbre sobre a data da sabatina, o governo esperava chumbo grosso do presidente do Senado.
Aliado humilhado
Alcolumbre queria definição de Pacheco e o fez ir à luta, em “campanha”, com Lula dando corda. Acabou exposto e sem a cadeira.
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