O Brasil terá que reduzir a emissão de gases de efeito estufa em 92% se quiser cumprir a sua promessa feita durante o Acordo de Paris. Foto: Reprodução.
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CLÁUDIO HUMBERTO
Os brasileiros parecem ter sido levados a considerar “normal” a grave da exploração a que são submetidos pelo Estado, no Brasil, por meio de tributação – “roubo”, diz o argentino Javier Milei – muito elevada. Caso do IPVA, Imposto de Propriedade de Veículos Automotores, através do qual o Estado assaltante tributa com base no preço do carro e não em seu peso. Na Flórida, cujas vias e rodovias são impecáveis, o “IPVA” de qualquer carro custa a cota única de 23 dólares. Apenas 132 reais.
Lá é bem mais barato
A Flórida não tem o menor “IPVA” dos EUA: no Nebraska, é só US$20 (R$114). No Mississipi, espante-se, uma merreca: US$12,75 (R$73).
Números da exploração
Dakota do Norte tem o “IPVA” mais caro dos EUA: 162 dólares (R$930), do carro mais barato à Ferrari. No Brasil, paga só IPVA de Fiat Uno.
IVA, ‘roubo’ de 27%
Brasileiros são explorados com gazuas estatais do tipo IVA (Imposto de Valor Agregado), que Lula inventou, e será o mais caro do mundo: 27%.
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