Sandoval Feitosa, diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica – Foto: Agência Brasil
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CLÁUDIO HUMBERTO
A agência reguladora de energia elétrica Aneel respondeu ao ofício agressivo do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira acusando-a de “inércia” e até ameaçando “intervenção” sem que isso esteja previsto na Lei das Agências Reguladoras. Em texto com 41 itens e onze páginas, a que esta coluna teve acesso, o diretor-geral Sandoval Feitosa lembra que a Aneel se submete a controle externo apenas do Congresso, com auxílio do Tribunal de Contas da União, recusando acusações de Silveira sobre falso “quadro massivo de atrasos” e “funcionamento deficiente”.
Um desinformado
Além de demonstrar com certa elegância que o ministro está muito mal-informado, a Aneel aproveitou para fazer detalhada prestação de contas.
Esvaziamento
A Aneel aproveitou para lembrar seu esvaziamento com a retirada de 35 servidores, 11 levados para o ministério de Silveira e 5 para o Planalto.
Aperto orçamentário
A agência lembra cortes e contingenciamentos, comprometendo atividades como fiscalizações, consultas públicas etc.































