Embaixador Guilherme Patritota, chefe da representação brasileira na OMC – Foto: Agência Senado.
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CLÁUDIO HUMBERTO
Não é o chanceler decorativo Mauro Vieira, e nem mesmo o chanceler de fato Celso Amorim, mas sim o embaixador Guilherme Patriota o servidor do Ministério das Relações Exteriores e de todo o serviço público que mais consumiu dinheiro do pagador de impostos em viagens internacionais. Foram quase R$175 mil, R$43,5 mil só em diárias, aponta o Portal da Transparência. Ele é irmão de Antonio Patriota, ex-chanceler conhecido pelas broncas humilhantes da chefe Dilma Rousseff (PT).
Rejeição histórical
Guilherme ganhou notoriedade após se tornar a primeira indicação de diplomata rejeitada pelo Senado, em 2015. Havia sido indicado à OEA.
Vida na Suíça
Patriota representa o Basil na Organização Mundial do Comércio. Tem atuação apagada, mas, e daí? Vive na glamourosa Genebra, na Suíça.
Ministro nº 2
O chanceler decorativo Mauro Vieira (Itamaraty) é o segundo servidor que mais gasta com viagens internacionais em 1,1 milhão de servidores.
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