
O valor representa uma injeção de recursos de quase R$ 1,5 milhão na economia local, minimizando os impactos negativos sofridos pelo comércio durante a pandemia do coronavírus. A medida beneficia a população carente, ao mesmo tempo em que aquece supermercados e açougues da cidade, já que o benefício é destinado exclusivamente para a compra de itens alimentícios e poderá ser usado nos estabelecimentos cadastrados.
“A pessoa não precisa gastar os R$ 150 todo de uma vez ou em um único estabelecimento. Ele pode comprar cada item no mercado da sua preferência. Assim, tem a oportunidade de comparar preço e economizar”, explicou a secretária de Assistência Social, Luciane Araújo.
Segundo ela, a medida é emergencial, com duração de 90 dias, mas com possibilidade de prorrogação por mais 90, se necessário. Contudo, o município já estuda possibilidades de implantar um programa permanente para auxiliar as famílias em vulnerabilidade social.

































