
Esses interlocutores do governo avaliam ao blog que Bolsonaro vem aproveitando declarações públicas para sinalizar que, em 2022, Mourão não será seu vice e, por isso, acreditam que o vice-presidente passou a externar a irritação por não participar mais do governo, mas sem patrocinar uma ameaça de impeachment.
“Eles têm duas saídas agora: ou sentam e resolvem ou viverão de aparências até 2022”, disse um militar ao blog.
Ontem, a revelação do site O Antagonista de que um assessor de Mourão estaria sondando deputados para tratar do impeachment reforçou as teorias bolsonaristas de que o vice trabalha para derrubar o presidente – o que não só o vice como os próprios militares que circulam entre os dois rechaçam.
Dois dos filhos do presidente alimentam essas teorias, como o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e o vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro (Republicanos), que já fizeram críticas públicas a Mourão. O vice, por sua vez, já ironizou o Eduardo publicamente quando o parlamentar arrumou mais uma confusão diplomática com a China.
Ao blog, militares da ativa e da reserva reforçam que Mourão, apesar das críticas de Bolsonaro, tem sido leal desde o início do mandato, e ficou irritado com a movimentação do seu assessor.
Fonte: Blog da Andréia Sadi / G1 / GloboNews / Clique aqui e leia mais…



























