
Enquanto a CCZ faz o papel de orientar a população, a Limpurb faz a coleta. O fortalecimento das ações ocorre devido ao sinal de alerta indicado no Levantamento de Índice Rápido para o Aedes aegypti (LIRAa), realizado na primeira semana de janeiro deste ano. De acordo com o estudo, o Índice de Infestação Predial (IIP) na capital baiana é de 2,3%, ou seja, a cada 100 imóveis visitados, pelo menos dois possuem focos do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya.
De acordo com o presidente da Limpurb, Marcus Passos, as ações são fundamentais para evitar a proliferação do mosquito. “A Limpurb vem desenvolvendo diversas ações na cidade voltadas para o enfrentamento ao coronavírus, porém, sem descuidar do combate ao Aedes aegypti. Desde o início do ano, realizamos mutirões em mais de 40 localidades. Convocamos, também, os moradores para fazerem sua parte nessa luta que é de todos nós”, frisa.
As ações já foram realizadas nos seguintes bairros e localidades: Acupe de Brotas, Caixa D’Água, Cajazeiras, Calabetão, Caminho de Areia, Costa Azul, Campinas de Pirajá, Engenho Velho da Federação, Fazenda Grande do Retiro, Federação, Imbuí, Gamboa, Itapuã, Jardim das Margaridas, Jardim Nova Esperança, Lobato, Luís Anselmo, Mirantes de Periperi, Nova Brasília, Pau da Lima, Pau Miúdo, Periperi, Pituba, Plataforma, Rio Sena, Rio Vermelho, São João do Cabrito, Santo Antônio Além do Carmo, São Tomé de Paripe, Trobogy, Cidade Nova e Jardim Bosque das Bromélias.
Mesmo com o intensivo trabalho realizado pela Prefeitura, o maior agente de combate ao mosquito continua sendo a população, que pode evitar água parada em recipientes abertos. Quem quiser denunciar imóveis em situação de abandono pode acionar o Fala Salvador, pelo telefone 156 ou site www. fala. salvador. ba. gov. br .




























