
Bolsonaro ressuscitou a ideia de retirar das mãos de Moro a área da Segurança Pública. Justamente o setor em que o ministro avalia ter obtido mais avanços durante o ano de 2019.
Há na movimentação de Bolsonaro um cheiro de 2022. O presidente enxerga no ex-juiz da Lava Jato um potencial rival na sucessão presidencial. Corre o risco de transformar a neurose em realidade.
Até outro dia, o sonho de Moro era fazer um bom trabalho no ministério e ganhar uma poltrona no Supremo Tribunal Federal. Empurrado para escanteio, o ex-juiz vai acabar se convencendo de que a política é sua melhor alternativa.





























