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CLÁUDIO HUMBERTO
Em poucos dois dias, Jair Bolsonaro conseguiu a proeza de esfarelar o que havia de apoio sólido entre deputados que o sustentam. Rachou o próprio partido, que só totaliza pouco mais de 10% dos 513 deputados, e ainda revelou sua fragilidade na Câmara ao ser derrotado na tentativa de enxotar da Liderança do PSL um ex-aliado que agora o chama de “vagabundo”. A oposição não esperava ter seu trabalho tão facilitado.
DANDO SORTE AO AZAR
As trapalhadas bolsonarianas fortaleceram um competidor perspicaz, não declarado, que está sempre à espreita: Rodrigo Maia.
MAIA-DEPENDÊNCIA
Cada vez com menos apoiadores, governo dependerá cada vez mais da vontade do presidente da Câmara para aprovar projetos relevantes.
BRIGALHADA É MAU SINAL
Se Bolsonaro trata assim aos seus, imaginem aos outros, advertem líderes de partidos que eventualmente apoiam o governo na Câmara.
PUXADINHO EM FESTA
O Psol, que atua como linha auxiliar do PT, comemorou a crise entre Bolsonaro e PSL: “nessa briga de gangues, estamos do lado da briga”.

































