
DA estudante e modelo Najila Trindade Mendes de Souza, de 26 anos, que acusa Neymar de estupro falou pela primeira vez nesta quarta (5) e confirmou ao repórter Roberto Cabrini do SBT que foi vítima de agressão e estupro na noite do dia 15 de maio, quando se encontrou com o atacante em Paris. A informação é do Portal Yahoo.
“Fui vítima de estupro e agressão”, disse a modelo quando foi questionada pelo repórter se tinha participado de uma relação consensual com o atacante do PSG. “Quero que ele pague pelo que ele fez. Tenho certeza do que aquilo representou para mim. Ele me fez muito mal e eu sou afetada por isso até hoje. Eu sou livre, desimpedida, era um desejo meu estar ali. Ele não precisava ter feito isso”.
Assista ao Vídeo: Neymar leva tapas da modelo que o acusou de estupro.
O ato – “Eu tinha um desejo de ficar com o Neymar e quando cheguei lá estava tudo bem, mas aí tudo mudou. Ele estava agressivo, totalmente diferente do cara que eu conheci nas mensagens. Até aí, tudo bem. Como eu queria muito ficar com ele, pensei ‘vou manejar aqui’. Começamos a trocar carícias e ele me despiu.. Aí depois ele começou a me bater, nos primeiros estava tudo bem. Ele continuou e ficou muito forte, então eu pedi para parar e ele aceitou”, disse Najila.
A modelo revelou que os dois divergiram sobre o uso de camisinha. “Eu falei ‘você trouxe?’, ele falou que não. Aí eu disse ‘Não vai acontecer nada além disso’”, afirmou a modelo. Perguntada sobre o que tinha acontecido depois disso, ela completou: “Ele não falou nada, a gente continuou, ele me virou, cometeu o ato, e enquanto ele cometia o ato, ele continuava batendo na minha bunda, violentamente”.
“Fiquei estarrecida depois que acabou. Não consegui xingar, falar nada para ele. Só fiquei em estado de choque. Quando ele foi para o banheiro, eu aproveitei e saí por outra porta”, conta a modelo.
O dia seguinte – Sobre as mensagens trocadas no dia seguinte, Najila afirmou “primeiro que eu tive que assimilar todo o acontecimento. Quando ele saiu do quarto, eu comecei a entender o que aconteceu e como ele foi estúpido, ruim e como ele violentou. Aí eu quis fazer justiça, já que não acho que ele tinha o direito de fazer isso. Eu sabia que se eu não falasse com ele normalmente, ele não falaria comigo. Eu não teria como provar o que ele fez comigo”.




























