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CLÁUDIO HUMBERTO
A “hospedagem” do petista Lula na Polícia Federal em Curitiba, custou ao contribuinte R$ 2,70 milhões desde a prisão em 7 de abril. A estimativa de custo diário de R$10 mil foi da própria PF. Esse valor é maior que os R$2,45 milhões gastos na campanha presidencial mais barata da História, de Jair Bolsonaro, antítese do ex-presidente presidiário. Os cofres públicos bancam os gastos com Lula, mas a campanha de Bolsonaro foi custeada por pequenas doações.
BOLADA DIÁRIA
A PF estima em R$10 mil diários o custo para manter Lula fora de presídio. O custo médio dos presos no Brasil é de R$2,5 mil por mês.
DÁ TRABALHO
A presença de Lula exige destacamento de agentes extras e sistema de segurança reforçado.
HOSPEDAGEM
Preso em Curitiba, o condenado por corrupção e lavagem de dinheiro fica em sala individual, com TV e banheiro, incluindo água quente.
ELA VAI MARCAR ÉPOCA
A primeira-dama Michelle ganhou o jogo da posse. Discurso em libras, a reação ao “intérprete” do Hino e a empatia com a multidão mostram seu protagonismo não se limitará ao veto a Magno Malta no ministério.
EMOÇÃO DO VICE
O tom marcial do juramento Hamilton Mourão revelou a emoção e o orgulho do momento histórico, ainda que muita gente tenha avaliado que o vice-presidente, mesmo na reserva, ainda calça coturno.
TENSÃO NO HOSPITAL
Após a posse acabou a tensão no Hospital das Forças Armadas (HFA), um dos mais arrumados de Brasília. Foi ocupado até por blindados. Era o hospital de referência para o caso de feridos durante a cerimônia.
SEGUINDO O DINHEIRO
Forças de segurança identificaram a origem das ameaças a Bolsonaro e familiares e agora investigam a movimentação bancária dos suspeitos, integrantes de facções criminosas que controlam presídios.
FHC SE APEQUENOU
Os ex-presidentes José Sarney e Fernando Collor (o primeiro a chegar) não são da turma de Bolsonaro, mas tiveram a grandeza de ir à posse. Para “democratas” da laia de FHC, Democracia só vale quando eles vencem. Como diria o falecido Serjão, FHC se apequenou ainda mais.
É UM MALA
O presidente mala Evo Morales nem sequer corou ao chamar Jair Bolsonaro de “irmão presidente”. Deve ser medo que ele cobre dívidas bilionárias da Bolívia, fora a refinaria da Petrobras estatizada à força.
SEGURANÇA FUNCIONOU
Os mais de 6 mil agentes de segurança não registraram um único incidente de violência ou crime entre as centenas de milhares de presentes na Esplanada dos Ministérios e Praça dos Três Poderes.
SEM PERDÃO
O público que assistia pelo telão, na porta do Planalto, a cerimônia de posse de Jair Bolsonaro na Câmara dos Deputados, vaiou sem dó, quando citados, o deputado Rodrigo Maia e o ministro Dias Toffoli.
PENSANDO BEM…
…ao aparecer sem o macacão marqueteiro, o ministro e astronauta Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia) estava irreconhecível na posse.
































