CLÁUDIO HUMBERTO
* As informações e opiniões publicadas nesta coluna são de responsabilidade exclusiva do autor e, necessariamente, não refletem a posição do Jornal da Mídia.
Ex-presidente da empresa pública de comunicação EBC, Ricardo Melo teve um Natal obeso: em 23 de dezembro, embolsou R$129.096 referentes a 6 meses de “quarentena”, muito embora tenha ficado no cargo por apenas 3, até ser demitido pelo presidente Michel Temer. Mais absurdo é o caso do amigo que ele fez diretor-geral: Pedro Varoni ficou no cargo só 45 dias, mas ganhou R$117.779 de “quarentena”.

MOLECAGEM I
Dilma Rousseff fez a molecagem de nomear essa turma para a EBC na véspera de sua saída, quando ela já sabia que seria afastada do cargo.
MOLECAGEM II
Além de nomear os petistas na empresa pública EBC, Dilma inventou “mandato” de 4 anos para eles, a fim de impedir que fossem demitidos.
LONGA PROVAÇÃO
Temer demitiu a petelhada da EBC, mas uma liminar do STF o obrigou aturá-los por mais 3 meses, até que uma nova lei desfez a molecagem.
SEMPRE ELA
A “quarentena”, que muitos consideram ofensiva à ética pública, teve o patrocínio da Comissão de Ética Pública da Presidência da República. (Coluna de Cláudio Humberto. Clique Aqui e Leia Mais)































