
O capitão da Seleção Brasileira tri-campeã do Mundo, Carlos Alberto Torres, morreu de infarto, nesta terça-feira (25), segundo acaba de informa o canal Globo News. Carlos Alberto atuava atualmente como comentarista do SporTV.
Nascido em 17 de julho de 1944, no Rio de Janeiro (RJ), Carlos Alberto Torres atuou por Fluminense, Botafogo, Santos, Flamengo e New York Cosmos. Como treinador, o Capita, como era carinhosamente chamado, teve como pontos altos a conquista do Campeonato Brasileiro de 1983, pelo Flamengo, a Copa Conmebol, em 1993, pelo Botafogo, e o Campeonato Carioca pelo Fluminense, em 1984.
O lateral-direito era o capitão da seleção brasileira na Copa do Mundo de 1970, que encantou o mundo com Pelé, Tostão, Rivellino e cia, conquistando o tricampeonato, no México, ao vencer a Itália por 4 a 1 na grande final.




























Procópio Cardoso escreveu: ” Profundamente entristecido com falecimento do amigo Carlos Alberto Torres. Eu jogava no Flu quando ele subiu do juvenil para o profissional. Ele tinha fôlego, visão de jogo e uma técnica apuradíssima. Foi o maior lateral direito da história do futebol mundial. Carlos Cunha disse: ” Ele viveu seu apogeu na copa de 70 ao ganhar o mundial na seleção que tinha Felix, Carlos Alberto, Brito, Piazza, Everaldo e Clodoaldo. Jair, Tostão, Gerson, Pelé e Rivelino. Nossa coleção de notáveis vai ficar desfalcada desta foto e a sessão que fim levou ganha mais um personagem. Em 1966 no Mineirão no intervalo do jogo o Cruzeiro ganhava de 5 x 0 do Santos no primeiro tempo. Ele afirma que alguém disse; ‘ de onde surgiu esta constelação de estrelas! O Santos era referencia mundial e Pelé era sinônimo de excelência. Naquela noite o Brasil viu nascer uma maquina de futebol que era o Cruzeiro do gênio Tostão, e do Capitão Piazza. Para muitos a seleção de 70 foi a seleção do século e sendo assim ele foi o lateral do Seculo XX. O Brasil fica mais pobre e mais triste sem o Capitão Eterno e uma nova estrela vai brilhar no céu azul das lembranças.