
O comércio varejista na Bahia continua apresentando queda no volume de vendas. No mês de agosto, a taxa registrada foi negativa em 12,1% em relação a igual mês do ano passado. A variação apresentada pelo estado seguiu a mesma tendência do varejo nacional que registrou a taxa negativa de 5,5%, em relação à mesma base de comparação. Na análise sazonal, a taxa do comércio varejista no estado baiano foi negativa em 1,1%.
De acordo com o site Bahia de Valor, os dados foram apurados pela Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), realizada em âmbito nacional, e analisados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia vinculada à Secretaria do Planejamento.
Por atividade, os dados do comércio varejista do estado da Bahia, quando comparados a agosto de 2015, revelam que, novamente, todos os oito segmentos que compõem o Indicador do Volume de Vendas registraram comportamento negativo. Listados pelo grau de magnitude das taxas em ordem decrescente, têm-se: Outros artigos de uso pessoal e doméstico (-19,2%); Móveis e eletrodomésticos (-17,1%); Combustíveis e lubrificantes (-15,3%);Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (-12,3%); Tecidos, vestuário e calçados (-10,2%); Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (-9,6%); Livros, jornais, revistas e papelaria (-8,0%); Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-7,0%). No que diz respeito aos subgrupos, verifica-se que registraram variação negativa o de móveis com 20,9%, o de eletrodomésticos com 15,2%, e Hipermercados e supermercados com 2,9%, respectivamente.




























