
A polêmica sobre a decisão do Senado aumentou ainda mais o debate na Câmara sobre os rumos da votação que pode cassar o mandato do deputado afastado Eduardo Cunha, do PMDB.
Os adversários de Eduardo Cunha temem que o fatiamento da votação do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff ajude o ex-presidente da Câmara, abrindo espaço para uma pena alternativa, permitindo que ele possa se candidatar nas eleições de 2018.
Nesta sexta-feira (2), em entrevista para o site do jornal “O Globo”, o presidente da República em exercício, Rodrigo Maia, disse que a decisão do ministro Ricardo Lewandowski era o que Eduardo Cunha sempre quis.
Mas o entendimento da secretaria-geral da Câmara é o de que a decisão do Senado não abre precedente; que na Câmara vota-se apenas a cassação do mandato de um deputado, que a Lei da Ficha Limpa torna inelegível por oito anos. (Jornal Nacional)































