CLÁUDIO HUMBERTO
* As informações e opiniões publicadas nesta coluna são de responsabilidade exclusiva do autor e, necessariamente, não refletem a posição do Jornal da Mídia.
A Áustria concedeu agrément e Ricardo Neiva, embaixador do Brasil em Roma, assumirá as mesmas funções, em Viena. Isso abre caminho para um dos movimentos mais vergonhosos do Planalto, que provoca perplexidade no Itamaraty: o lamentável Antonio Patriota, ex-chanceler de Dilma, será embaixador do Brasil na capital italiana. Certamente um “prêmio” pelas perseguições de sua gestão a diplomatas não petistas.

RAZÃO DO ‘PRESTÍGIO’
Como Dilma o desprezava, sobretudo em visitas internacionais, Antonio Patriota se voltou para Temer, bajulando-o. Nasceria aí seu “prestígio”.
SUBMISSÃO IMPATRIÓTICA
Submisso, Patriota tampouco resistia às interferências do aspone petista Marco Aurélio “Top Top” Garcia na “política externa” brasileira.
VIRAMOS UM ‘ANÃO’
Quando Antonio Patriota foi chanceler, o Brasil acabaria reduzido a um “anão diplomático”, como certa vez classificou o governo de Israel.
NEGÓCIO DA CHINA
O tal fundo partidário é ótimo negócio para partidos nanicos. O PMB, com apenas dois deputados, e o Novo, com zero, foram os que menos receberam no semestre: “só” R$527 mil. E o PCO levou R$573 mil.
COFRE CHEIO
Sem representantes na Câmara dos Deputados, o PSTU e o PPL têm motivo para comemorar: no primeiro semestre de 2016, o PSTU arrancou do Fundo Partidário R$1,2 milhão, e o PPL, R$1,03 milhão.
BOLA DA VEZ…
Com a queda de Eduardo Cunha do cargo, as atenções voltam-se para o presidente do Senado: Renan Calheiros (PMDB-AL) já responde a sete inquéritos no Supremo Tribunal Federal decorrentes da Lava Jato. (Coluna de Cláudio Humberto. Clique AQUI e leia mais)






























