Daniel Lima
Repórter da Agência Brasil

Joaquim Levy conduziu a economia do país entre janeiro e dezembro do ano passado. A saída dele do Ministério da Fazenda foi anunciada no dia 18 de dezembro.
Em seu voto, o relator do processo, ministro Horácio Raymundo de Senna Pires, disse que Levy não pode “assumir cargo diretivo do Grupo Banco Mundial, antes de observar, quarentena de seis meses, a contar da data de exoneração (…)”.
A decisão é baseada na Lei 12.813, que trata de situações que configuram conflitos de interesse envolvendo ocupantes de cargo ou emprego no âmbito do poder executivo federal e os requisitos e restrições aos que tenham acesso a informações privilegiadas.
A posse do ex-ministro no Banco Mundial estava prevista para o início de fevereiro. Com a decisão do Conselho de Ética, Joaquim Levy só deverá assumir a Diretoria Financeira da instituição em junho.






























