
O Ministério Público solicitou ainda um mandado de busca e apreensão na casa de Eike, para coleta de provas e outras informações que possam colaborar com as investigações. O pedido foi negado pelo juiz Flávio Roberto de Souza, titular da 3ª Vara Criminal/RJ. Esta semana, a Justiça decretou o sequestro de bens do empresário no valor de até R$ 122 milhões, valor equivalente ao lucro que o empresário teria obtido em duas operações de vendas de ações realizadas em 2013.
O advogado de Eike, Sérgio Bermudes, informou ao GLOBO que vai recorrer desta decisão na segunda-feira. Eike Batista é investigado pela Polícia Federal e pelo Ministério Público por, supostamente, ter se beneficiado de informações privilegiadas em negociações de ações das suas empresas. Apesar disso, ele foi reconduzido ao cargo de presidente do Conselho de Administração da OGPar, ex-OGX, empresa de petróleo que pertencia ao grupo EBX, que está em recuperação judicial.(Glauce Cavalcanti, O Globo).
































