Salvador – O segundo debate oficial entre os reitoráveis promovido pela Assufba, DCE E Apub lotou o auditório da Faculdade de Arquitetura da UFBA – no campus da Federação, nesta quarta-feira (08.05). Mais uma vez a participação entusiasmada da plateia fez extrapolar o tempo e os candidatos novamente não puderam realizar perguntas entre si. Representado a Chapa 1 – “UFBA: Uma Construção Coletiva”, os professores João Carlos Salles (reitor) e Paulo Miguez (vice), foram diretos e veementes ao responder aos questionamentos lançados por estudantes, professores e trabalhadores técnicos administrativos.
O desejo de se ter uma universidade verdadeiramente inclusiva ficou evidente com a quantidade de perguntas referentes às políticas afirmativas, assistência estudantil, defesa das minorias e combate à intolerância, violência e discriminação. “O acesso está garantido, mas e a efetiva inclusão? E os espaços de convívio? Os relatórios têm mostrado que os alunos cotistas têm entrado na universidade e continuam tendo uma vida separada dos alunos não cotistas. Há relatos neste sentido e nós precisamos superar essas assimetrias”, alegou João Carlos Salles.
A necessidade de ampliar o quadro de docentes e de democratizar a oferta de disciplinas também motivou discussões durante este segundo debate. A insatisfação dos estudantes ganhou o apoio do professor Paulo Miguez, que destacou a situação enfrentada pelos alunos dos quatro Bacharelados Interdisciplinares. Miguez alegou que é incompreensível e inaceitável a incapacidade da direção da universidade de conduzir o processo de discussão dentro dos conselhos em relação às dificuldades dos Bis.






























