
Em dezembro do ano passado, “LA”, como é o apelido de Argôlo nas mensagens, segundo a PF, passa a Youssef a conta bancária de uma pessoa e de uma empresa e pede o depósito total de R$ 110 mil. “Esses 110 resolvem tudo, 50 de um e 60 de outro, diga que você consegue, vá”, escreve Argôlo em mensagem de texto.
Youssef, então, responde:
”Ok, vou correr atrás para fazer bjo.”
Uma das contas fornecidas pelo deputado é de Júlio Gonçalves de Lima Filho (indicação de depósito de R$ 60 mil). A outra (R$ 50 mil) é em nome de União Brasil Transporte e Serviços. A Folha entrou em contato com Júlio, que disse ser um comerciante de gado na Bahia. Ele confirmou ter feito negócios com o deputado.
“Comprei garrote [bezerros de até 4 anos de idade] para ele e família dele. Vendi um caminhão, dois caminhões de garrote para ele, mais ou menos”, disse. Teriam sido cerca de 60 garrotes na faixa de R$ 1.000 cada um. O comerciante diz ter sido apresentado ao deputado por amigos do ramo de gado. “Todo mundo conhece ele aqui na Bahia como deputado e fazendeiro”, afirmou.
































Esse “parlamentar” foi quem bancou a campanha de Wagner, inclusive emprestando seu jatinho. Foi esse mesmo parlamentar que bancou a campanha de Paulo Cesar a prefeito de Alagoinhas.
E é esse mesmo parlamentar que quer ser prefeito de Alagoinhas.
Energúmena, o seu … nunca foi do PT.
E, segundo a internet, tem os seguintes
“Dados pessoais: É proprietário rural ligado à pecuária. É filho do ex-prefeito de Entre Rios Manoelito Argôlo (PP-BA).
Cargos relevantes: Pelo PP, foi deputado estadual duas vezes (2003-2007/ 2007-2011). Também foi vereador de Entre Rios pelo PFL (2001-2005) e presidente da Câmara, chegando a assumir a prefeitura em período de vacância do titular (2002).
Histórico de filiações partidárias: PFL, PPB, PP, SDD”