
A CPI arguiu a Anatel através do seu representante nacional, Geovani Menezes e do gerente regional, Fernando Ornelas, que garantiram que as operadoras já foram cobradas pela agência para que resolvam os problemas na transmissão de dados. O presidente da CPI, Paulo Azi (DEM), também questionou a venda de linhas de telefonia móvel sem qualquer limite estabelecido pela Anatel. “As vendas deliberadas, sem qualquer controle, não são acompanhadas pelos investimentos das empresas em melhorias e ampliação do sinal”, criticou. A manutenção da rede de telefonia fixa também foi alvo de críticas dos parlamentares que questionaram a vida útil de equipamentos, informação confirmada pelos representantes da Anatel. “ Essa é mais uma preocupação nossa. De fato, não há manutenção e a rede primária está comprometida”, revelou Ornelas.
Durante a audiência, o assessor técnico da Anatel, José Mauro Castro Rodrigues, apresentou alguns dados. De acordo com o órgão, 87% dos 18 milhões de telefones celulares na Bahia usam o serviço pré-pago. A região metropolitana de Salvador é a mais densa em número de aparelhos de celular no Brasil. Com 30%, a Claro é a operadora com maior fatia do mercado baiano de telefonia móvel. Os dados também revelam que a Bahia possui 630 mil assinantes de TV por Assinatura. Segundo a Anatel, até o final de abril, 100% das áreas de Salvador serão cobertas com sinal 4G. Participaram ainda da reunião, os deputados Cacá Leão (PP), Leur Lomanto Júnior (PMDB), Álvaro Gomes (PCdoB), Carlos Gaban (DEM), Kelly Magalhães (PCdoB) e Sildevan Nóbrega (PRB).





























