
A documentação foi entregue pela embaixada brasileira em Roma ao Ministério das Relações Exteriores da Itália. Como possui cidadania italiana, Pizzolato seguiu para a Europa no ano passado, antes da expedição do mandado de prisão, em uma fuga hollywoodiana descoberta pela Polícia Federal somente em fevereiro. Desde então, está preso em território italiano.
No pedido à Justiça italiana, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, reconhece a dupla cidadania do mensaleiro, mas argumenta que o tratado de extradição entre os dois países criou uma hipótese facultativa de entrega de seus nacionais. “É juridicamente viável a apresentação do requerimento de extradição à República Italiana, uma vez que, além da base legal, há o notável fato de que a extradição desse cidadão ítalo-brasileiro far-se-ia para o Brasil, país do qual ele também é nacional, e não para uma nação estrangeira em relação a ele”, disse Janot. (Veja)
































