
“Digamos que o orçamento contemple um aumento de despesas em relação ao ano anterior, e depois o governo corta. Isso não quer dizer que haverá efetivamente corte nos gastos. Esse detalhe costuma passar despercebido”, diz ele.
O líder lembra que uma coisa é anunciar corte, já que palavras saem com facilidade e o papel aceita tudo; outra, bem diferente, é executá-lo, sem esquemas e truques, sem contabilidade criativa, sem BNDES e Petrobras ajudando a marretar os números”, diz.
Ele conclui afirmando que “temos é um governo que arrecada muito, investe pouco, e sinaliza que vai continuar gastando muito e mal. Isso é péssimo para a credibilidade do país e para a sociedade, que vai pagando a conta da gastança”, conclui.































