Vitor Abdala
Da Agência Brasil
Policiais civis continuam as buscas pelo suspeito de acender o artefato explosivo que matou o cinegrafista da TV Bandeirantes Santiago Andrade. Ele foi atingido durante manifestação na sexta-feira (7), no centro da capital fluminense.
A identidade do suspeito, de 23 anos, foi confirmada pelo tatuador Fábio Raposo, que já está preso, e confessou ter repassado o explosivo. O mandado de prisão foi expedido ontem (10) pela Justiça fluminense pelo crime homicídio doloso qualificado por uso explosivo.
Santiago Andrade fazia a cobertura da manifestação quando foi atingido por uma rojão, deixado no chão por manifestantes em frente à Central do Brasil. Ele chegou a ficar internado no Hospital Souza Aguiar, mas teve morte cerebral. A família autorizou a doação dos órgãos. O velório e a cremação do corpo do cinegrafista ocorrerão na quinta-feira (13), no Cemitério do Caju, zona norte.






























Todo dia morre vários policiais e outras pessoas no exercício de suas profissões e a imprensa noticia mas não faz estardalhaço, entretanto, quando um membro da mesma sofre qualquer tipo de revés ou desgraçadamente alguém morre, como no caso do cinegrafista da band, que é tão inaceitável como a morte de qualquer outra pessoa, porque os trabalhadores da mídia não é e não pode ser melhor que qualquer outro cidadão, a vida é para todos e sem distinção como pretende a mesma. Todo e qualquer entidade, como foi a inquisição, se pretenda melhor e acima de do bem e do mal, como a imprensa o faz quando em nome da liberdade exerce sua função na sociedade e nessa prática cerceia o direito e a liberdade de tudo e de todos, Não pode e não deve a sociedade ser refém de algo que é importante para o direito a informação mas não é imprescindível.
Todo dia morre vários policiais e outras pessoas no exercício de suas profissões e a imprensa noticia mas não faz estardalhaço, entretanto, quando um membro da mesma sofre qualquer tipo de revés ou desgraçadamente alguém morre, como no caso do cinegrafista da band, que é tão inaceitável como a morte de qualquer outra pessoa, porque os trabalhadores da mídia não é e não pode ser melhor que qualquer outro cidadão, a vida é para todos e sem distinção como pretende a mesma. Todo e qualquer entidade, como foi a inquisição, se pretenda melhor e acima de do bem e do mal, como a imprensa o faz quando em nome da liberdade exerce sua função na sociedade e nessa prática cerceia o direito e a liberdade de tudo e de todos, Não pode e não deve a sociedade ser refém de algo que é importante para o direito a informação mas não é imprescindível.