
Na ação no MPF Lenise pede que seja apurado o uso indevido de verba federal e descumprimento de lei federal de licitação e concessão.
“No relatório feito pela Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras (Fipecafi), ainda na gestão da concessionária TWB, foi apontado superfaturamento no custo das embarcações Anna Nery e Ivete Sangalo. Com base nisso e outros argumentos o governo rompeu com a TWB. A verba era federal”, destacou. Esses dois navios tiveram financiamento do Fundo Nacional da Marinha Mercante.
Com relação ao descumprimento de lei federal de licitação, Lenise afirmou que o “governo não poderia estender por mais 180 dias o contrato emergencial com a Internacional Marítima” – que opera o sistema atualmente. A Internacional foi contratada pelo Governo da Bahia, através da Agerba e Seinfra, como solução para o sistema ferryboat. O contrato emergencial de seis meses foi prorrogado por outros seis e completa um ano no próximo mês de março.
Em comentário postado em seu Facebook, Lenise Ferreira não poupa crítica à situação atual do ferryboat e comenta sobre a situação das embarcações.
O vice-governador Otto Alencar está mesmo criando uma cortina de fumaça sobre o real problema do sistema, quando fala em “sabotagem”. Há muitos anos se fala no risco de tragédias no sistema ferryboat. Ele está tentando lavar as mãos em relação à sua responsabilidade sobre o problema. Como disse uma promotora de Justiça há poucos dias, no caso de uma tragédia ninguém poderá se eximir de responsabilidades no caso, nem o próprio Ministério Público. Não será como foi em relação à Fonte Nova, onde ninguém viu nem sabia de nada e 7 vidas se foram sem punição dos responsáveis”, observou.
A empresária acrescentou:
“Se s existem pessoas sabotando alguma coisa, devem ser os gestores públicos que demonstram total incompetência na solução do problema e fogem como fez também o diretor-executivo da Agerba, que diz não ter conhecimento das recomendações feitas pela Promotora de Justiça Joseane Suzarth durante audiência com a nossa presença e do advogado da agência, Bandeira Ataide , e também do diretor daquela autarquia, Bruno Moraes Cruz. Na pauta da audiência constava um documento onde sugerimos intervenções operacionais que visam as melhorias do sistema. Trata-se de sugestões viáveis e mesmo assim foram ignoradas pelos representantes da Agerba”.
Lenise falou mais:
“Acredito que o vice-governador já tenha ingressado com pedido de apuração dos fatos. Estarei aguardando o resultado. Vamos ver quem está fazendo politicagem”.
Otto Alencar disse que a sabotagem no ferry Pinheiro ocorreu por “interesse político”.
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Ferryboat é um transtorno para os usuários, menos para a concessionária, que fatura alto.

































Pode procurar qual empresa foi paga para efetuar o serviço sr. vice governador, não será necessario gastar tempo e dinheiro com auditoria. Simples assim.
E o nome do equipamento que deu pane é leme. Logo a empresa que recebeu por esse serviço é que deve ser responsabilizada.
Fica tão fácil quando se quer realmente resolver, é só pegar a fatura e ver aquem foi pago o serviço do tal leme. Cuidado para não respingar em alguem. kkkk