
Segundo o Política Livre, o ex-governador teria sido convencido a aceitar a postulação depois de passar meses analisando o cenário local e concluir que são pequenas as chances de decolagem plena da candidatura do governo, representada pelo petista Rui Costa, atual chefe da Casa Civil do Estado. O empurrão definitivo, no entanto, teria sido a constatação de que, no campo das oposições, não há nome mais forte do que o dele próprio para confrontar o candidato governista.
Ante o risco de as oposições perderem o governo mais uma vez para o PT, ele teria preferido encarar o desafio de sua candidatura. Um outro fator estaria contribuindo para Souto aceitar a missão. Há plena convicção, entre as principais lideranças oposicionistas, de que, caso ele não tope ser o candidato, a oposição poderá se dividir entre pelo menos três candidaturas, comprometendo a chance de derrotarem o governo, hipótese em que acreditam com cada vez maior convicção.



























