Um delegado da Polícia Federal que investiga a denúncia de formação de cartel em contratos do Metrô de São Paulo teria pedido à Justiça Federal, segundo reportagem do Jornal Nacional, para que o inquérito sobre o caso fosse transferido para um tribunal em Brasília. Segundo a reportagem, o delegado teria argumentado que o denunciante, em um novo depoimento, teria voltado a citar nomes de políticos que exercem seus mandatos. A reportagem não cita o nome de quem teria voltado a depor à PF, assim como dos políticos, nem a data de tal depoimento.
A lei assegura a políticos nessa situação o direito ao chamado foro privilegiado, podendo responder o processo em tribunais superiores. O Ministério Público Federal e a Justiça Federal devem se manifestar sobre o pedido nos próximos dias, segundo o JN.
Em 21 de novembro, o jornal “O Estado de S. Paulo” revelou que em um documento que faz parte do inquérito da Polícia Federal sobre o cartel, o ex-executivo da Siemens, Everton Rheinheimer, disse ter ouvido do engenheiro Arthur Gomes Teixeira, sócio da Procint Projetos e Consultoria, que o secretário da Casa Civil do governo de São Paulo, Edson Aparecido (PSDB), e o deputado federal Arnaldo Jardim (PPS-SP) receberam propina do esquema. (O Globo)






























