CLÁUDIO HUMBERTO
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Erros e omissões de burocratas de órgãos ambientais como Ibram, da estrutura do governo do Distrito Federal, e Ibama, do governo federal, além da leviandade de gestores públicos, favoreceram o vazamento de óleo da caldeira do Hospital da Asa Norte, que percorreu 5km, sem qualquer contenção, até poluir o lago Paranoá. Mas quem vai pagar tudo, além dos altos salários desses inúteis, é a vítima: o contribuinte.
Custo da despoluição – Somente a despoluição do lago Paranoá, por empresa já contratada, vai custar R$ 2 milhões. É só uma estimativa. Pode sair bem mais caro.
Sem responsabilidade – Burocratas que não fiscalizaram ou negligenciaram obras para evitar o desastre ambiental, não vão arcar com qualquer despesa.
Hipocrisia – O omisso Ibram, do governo do DF, multou em R$ 280 mil a Secretaria de Saúde… do governo do DF. Noves fora, o contribuinte é quem paga. (Coluna de Cláudio Humberto)






























